<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Rede Lider</title>
	<atom:link href="http://www.farmaciasredelider.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.farmaciasredelider.com.br</link>
	<description>Farmácias em Paranavaí, Maringá e Região</description>
	<lastBuildDate>Mon, 18 Oct 2010 15:17:47 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator>
		<item>
		<title>Venda de antibióticos deverá ser rastreada</title>
		<link>http://www.farmaciasredelider.com.br/noticias/venda-de-antibioticos-devera-ser-rastreada/</link>
		<comments>http://www.farmaciasredelider.com.br/noticias/venda-de-antibioticos-devera-ser-rastreada/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 Oct 2010 15:17:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>eber</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.farmaciasredelider.com.br/?p=469</guid>
		<description><![CDATA[Qui, 14 de Outubro de 2010 10:44 08/10/10 &#8211; Anvisa pretende definir em setembro quais remédios do tipo terão a venda rastreada Em setembro deste ano, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) prevê já ter escolhido quais antibióticos terão as vendas rastreadas nas farmácias do País. O critério para a seleção são os remédios [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Qui, 14 de Outubro de 2010 10:44</p>
<p>08/10/10 &#8211; Anvisa pretende definir em setembro quais remédios do tipo terão a venda rastreada</p>
<p><a href="../wp-content/uploads/2010/10/07329_crop.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-470" title="antibioticos" src="../wp-content/uploads/2010/10/07329_crop-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p><span id="more-469"></span>Em setembro deste ano, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária</p>
<p>(Anvisa) prevê já ter escolhido quais antibióticos terão as vendas rastreadas nas farmácias do País.</p>
<p>O critério para a seleção são os remédios do tipo mais dispensados nos pontos de venda e também os que mais apresentam indício de uso abusivo, contraindicado e perigoso por parte da população.</p>
<p>Quatro marcas, que ainda não tiveram os nomes revelados, são cotadas para o monitoramento, que permite saber quais são os médicos que mais prescrevem a droga, além das farmácias que mais venderam sem exigir receita médica.</p>
<p>A decisão pela Agência foi tomada após inúmeras pesquisas científicas constatarem a resistência das bactérias aos tratamentos clínicos disponíveis, o que indica diminuição de opções terapêuticas para vencer doenças como garganta inflamada, infecções severas e meningite.</p>
<p>Participam do grupo de discussão sobre a restrição e o monitoramento dos antibióticos médicos, farmacêuticos, dentistas e veterinários.</p>
<p>Para os especialistas, a diminuição do efeito curativo dos remédios desta classe é resultado da venda descontrolada nos balcões, da automedicação e também da prescrição inadequada por parte dos médicos.</p>
<p>Segundo eles, não é raro ver pessoas que não fazem o tratamento completo com os antibióticos (todos os dias necessários), guardam a sobra dos comprimidos e usam quando sintomas semelhantes aparecem em outra ocasião. Tudo isso interfere no ciclo e na eficácia do medicamento.</p>
<p>“Estamos em processo de definição da consulta pública e prevemos que, em setembro, já estejam escolhidos quais antibióticos vão entrar para o sistema eletrônico de monitoramento”, afirmou o presidente da Anvisa, Dirceu Raposo de Melo, durante a participação da feira de produtos médicos que ocorreu em São Paulo. “Mas de maneira geral, o que é preciso é um controle mais incisivo de todos os antibióticos vendidos. O comércio descumpre as regras e não exige a receita médica na hora da venda. A OMS (Organização Mundial de Saúde) já alertou sobre a maior dificuldade mundial de tratamentos por causa da resistência das bactérias”, completou.</p>
<p>Os primeiros antibióticos serão monitorados em um projeto piloto.</p>
<p>Durante o ano passado, as drogas usadas para emagrecer passaram por processo semelhante. Das farmácias brasileiras, mais de 60% foram monitoradas e juntas venderam 6 toneladas de medicamentos usados para perder peso. Diante das informações, o Conselho Federal de Medicina abriu processos investigativos para apurar se houve comportamento errado por parte dos médicos mais prescritores.</p>
<p>Diagnóstico</p>
<p>O Conselho Regional de Farmácia de São Paulo fez um levantamento com duas mil farmácias e drogarias de São Paulo e constatou que 68% delas vendiam antibióticos sem exigência da apresentação da receita. O vice-presidente da entidade, Marcelo Polacow Bisson, ressaltou que nem todos os estabelecimentos contatavam com a presença de um farmacêutico, o que pode ter interferido no resultado.</p>
<p>Para ele, a situação atual da resistência das bactérias aos tratamentos antibióticos é crítica e o monitoramento das vendas uma ação necessária. “Há dois anos começamos a discutir essa questão. O monitoramento não seria necessário caso houvesse conscientização por parte dos farmacêuticos, médicos e população. Na Holanda, por exemplo, não há controle nem de psicotrópicos, porque não há uso abusivo”, afirmou o vice-presidente.</p>
<p>Bisson também é professor de administração farmacêutica e diz que o maior rigor na venda de antibióticos pode, sim, ter um impacto na economia. “Mas é um debate com cautela, porque a divisão é entre economia e saúde pública”, afirmou.</p>
<p>Dados</p>
<p>Segundo informações da Anvisa, os antibióticos movimentaram no ano passado R$ 1,6 bilhão e dados da OMS já evidenciaram que 50% das prescrições deste medicamento são inadequadas.</p>
<p>O Instituto Adolfo Lutz foi um dos que detectou o possível uso errado dos antibióticos. A pesquisadora Maria Cecília Gorla analisou 1.096 amostras da bactéria causadora da meningite e identificou que, em dois anos, elas ficaram 12,6% mais resistentes à penicilina e ampicilina, dois antibioticos muito usados no tratamento.</p>
<p>O trabalho mostrou que seriam necessárias mais doses para tratar o doente. Os resultados serviram de indício para o uso equivocado e para prescrição inadequada. &#8220;Já existem medicamentos mais potentes para o tratamento das infecções, mas se a cultura da automedicação e uso errôneo não mudar, é questão de tempo para as drogas ficarem menos eficazes&#8221;, afirmou Maria Cecília.</p>
<p>Fernanda Aranda, iG São Paulo</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.farmaciasredelider.com.br/noticias/venda-de-antibioticos-devera-ser-rastreada/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Aumento de Vendas pela Internet</title>
		<link>http://www.farmaciasredelider.com.br/noticias/aumento-de-vendas-pela-internet/</link>
		<comments>http://www.farmaciasredelider.com.br/noticias/aumento-de-vendas-pela-internet/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 15 Oct 2010 12:02:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>eber</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.farmaciasredelider.com.br/?p=453</guid>
		<description><![CDATA[De olho em um mercado ainda pouco explorado pelas farmácias e drogarias, a Farmalife e a Drogasmil investiram em um projeto de renovação de seu e-commerce. Como resultado, as lojas virtuais reinauguradas há três meses vendem hoje seis vezes mais do que antes. Representando 0,9% do faturamento das marcas, a expectativa é de que, em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De olho em um mercado ainda pouco explorado pelas farmácias e drogarias, a Farmalife e a Drogasmil investiram em um projeto de renovação de seu e-commerce. Como resultado, as lojas virtuais reinauguradas há três meses vendem hoje seis vezes mais do que antes.</p>
<p>Representando 0,9% do faturamento das marcas, a expectativa é de que, em um ano, os canais on-line das bandeiras operadas pelo grupo mexicano Casa Saba sejam responsáveis por uma fatia de 6% a 7% das vendas totais. As redes possuem e-commerce desde 2006, mas o canal não era expressivo. A criação de uma área exclusiva para cuidar da plataforma faz parte da estratégia que visa o aumento das vendas. Com a reformulação do e-commerce, as lojas deixaram de atender apenas os consumidores do Rio de Janeiro e passaram a entregar em todo o país.</p>
<p>Um fator importante no processo de reestruturação dos canais foi a inclusão de todo o mix de produtos encontrados nas lojas físicas, levando o e-commerce a ser mais uma alternativa para os consumidores que buscam praticidade. &#8220;Não pretendemos tirar as vendas do call center.</p>
<p>O site atende um público que talvez não estivesse acostumado a comprar pelo telefone, além de consumidores que têm o hábito de fazer compras pela internet&#8221;, aponta Leonardo Helal Veiga, coordenador de marketing da Drogasmil e da Farmalife e responsável pelo projeto de reestruturação do e-commerce das redes, em entrevista ao Mundo do Marketing.</p>
<p>Fonto: Guia da Farmácia</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.farmaciasredelider.com.br/noticias/aumento-de-vendas-pela-internet/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Genéricos &#8211; Entenda o que são Genéricos</title>
		<link>http://www.farmaciasredelider.com.br/noticias/genericos-entenda-o-que-sao-genericos/</link>
		<comments>http://www.farmaciasredelider.com.br/noticias/genericos-entenda-o-que-sao-genericos/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 21 Aug 2010 12:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.farmaciasredelider.com.br/?p=362</guid>
		<description><![CDATA[Pelo menos metade dos medicamentos oferecidos pela RedeLider de Farmácias possui uma opção na forma de Genéricos. Eles são tão eficazes quanto o original e custam aproximadamente 40% menos do que o produto de marca. • O princípio ativo é o mesmo O Genérico contém o mesmo fármaco (princípio ativo) que o remédio de referência, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo menos metade dos medicamentos oferecidos  pela RedeLider de Farmácias possui uma opção na forma de Genéricos. Eles são tão eficazes quanto o original e custam aproximadamente 40% menos do que o produto de marca.</p>
<p><strong>•	O princípio ativo é o mesmo</strong></p>
<p>O Genérico contém o mesmo fármaco (princípio ativo) que o remédio de referência, além de idêntica indicação terapêutica e dosagem. Sua qualidade é testada pelo Ministério da Saúde através da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), e a liberação para venda só é feita após total comprovação de que o produto possui as qualidades indicadas.</p>
<p><strong>•	Ministério da Saúde e ANVISA</strong></p>
<p>Para maiores informações sobre os genéricos consulte o site da <a href="http://www.anvisa.gov.br" target="_blank">ANVISA</a>, o órgão vinculado ao <a href="http://portal.saude.gov.br/" target="_blank">Ministério da Saúde</a>.</p>
<p>Dúvidas frequentes sobre os medicamentos Genéricos:</p>
<p><strong>•	Qual a diferença entre Genéricos e medicamentos de marca?</strong></p>
<p>Basicamente o nome. Enquanto o remédio de referência possui um nome específico, os genéricos são chamados pelo princípio ativo.</p>
<p><strong>•	Porque eles são mais baratos que os de marca?</strong></p>
<p>Porque só copiam a fórmula farmacêutica que já foi pesquisada. Assim, o custo da pesquisa inicial para desenvolvimento do produto não está embutido no Genérico.</p>
<p><strong>•	Porque você pode confiar no Genérico?</strong></p>
<p>Porque ele tem a mesma qualidade que o medicamento de referência, ou seja, vai produzir no corpo os mesmos efeitos. Antes de ter seu registro e comercialização autorizados pela ANVISA, o genérico passa por rigorosos testes de qualidade e nós da RedeLider só trabalhamos com laboratórios de excelente qualidade.</p>
<p><strong>•	Como identificar os três tipos de medicamentos existentes no mercado brasileiro: os Genéricos, os similares e os de marca?</strong></p>
<p>A diferença está na embalagem. Apenas os medicamentos genéricos contêm, em sua embalagem, logo abaixo do nome do princípio ativo que os identifica, a frase &#8220;Medicamento genérico &#8211; Lei 9.787/99&#8243;. Além disso, os genéricos são identificados por uma grande letra &#8220;G&#8221; impressa sobre uma tarja amarela, situada na parte inferior das embalagens do produto.</p>
<p>Para maiores informações sobre os genéricos consulte o site da <a href="http://www.anvisa.gov.br" target="_blank">ANVISA</a>.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-364" title="medicamento-generico" src="http://www.farmaciasredelider.com.br/wp-content/uploads/2010/08/medicamento-generico.jpg" alt="" width="675" height="339" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.farmaciasredelider.com.br/noticias/genericos-entenda-o-que-sao-genericos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Os impactos do rastreamento eletrônico</title>
		<link>http://www.farmaciasredelider.com.br/noticias/os-impactos-do-rastreamento-eletronico/</link>
		<comments>http://www.farmaciasredelider.com.br/noticias/os-impactos-do-rastreamento-eletronico/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 17:52:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.farmaciasredelider.com.br/?p=354</guid>
		<description><![CDATA[A indústria farmacêutica está em maio à maratona para cumprir a Lei 11.903/2009, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que instituiu a criação do Sistema Nacional de Controle de Medicamentos. Não há dúvida de que prazo será um dos desafios. De acordo com a legislação, 2010 seria o ano para colocar em prática [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A indústria farmacêutica está em maio à maratona para cumprir a Lei 11.903/2009, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que instituiu a criação do Sistema Nacional de Controle de Medicamentos. Não há dúvida de que prazo será um dos desafios. De acordo com a legislação, 2010 seria o ano para colocar em prática o rastreamento eletrônico na linha de produção dos medicamentos. Detalhe: o prazo para implementação era o mês de janeiro.</p>
<p>Entretanto, a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) só conseguiu emitir a Resolução (RDC 59/09) que regulamenta o sistema no final do mês de novembro de 2009. Se por um lado, a indústria poderá ganhar fôlego para a corrida do Rastreamento dos Medicamentos, por outro, será obrigada a investir mais na hora de imprimir o código 2D, já que a Resolução impõe o uso do papel moeda.</p>
<p>Márcio Moreti, sócio-diretor da Active, explica que o selo já é utilizado na indústria de cigarros que chega a contratar até 30 funcionários para realizar tal atividade. Apesar de a indústria ser contra o uso do papel moeda, tudo indica que não haverá mudanças nesta decisão. Mas esses percalços não retratam os principais desafios da nova lei para o setor farmacêutico. É no chão de fábrica que será necessário transformar o jeito de controlar os medicamentos.</p>
<p>O projeto piloto realizado entre janeiro e julho de 2009 pelo Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO), que durante 40 dias colocou em prática a impressão e leitura dos códigos de identificação nas embalagens secundárias de sete indústrias, além da transmissão de todas as informações coletadas pelo sistema, mostrou que o desafio será adaptar as linhas de produção aos novos equipamentos como leitores de código de barras, antenas e impressoras.</p>
<h3>Oportunidade ou compliance?</h3>
<p>É raro encontrar um especialista da área de Saúde que tenha discurso contrário à legislação. Há um consenso mundial da necessidade do rastreamento eletrônico de diversos produtos como mecanismo de fiscalização. No caso do Brasil, os indicadores reforçam ainda mais essa consciência.</p>
<p>Segundo a ANVISA, a apreensão de 316 toneladas de remédios falsos no primeiro semestre de 2009 representa uma alta de 702% que o verificado ao longo de 2008. Além disso, a Organização Mundial de Saúde (OMS) aponta que em regiões como na América Latina, cerca de 30% dos remédios consumidos são de origem não comprovada.</p>
<p>É por isso que Jorge Froes de Aguilar, diretor executivo da Abafarma (Associação Brasileira do Atacado Farmacêutico) explica que, além de ser totalmente favorável à nova regra, a entidade luta desde 2003 para implementação do sistema de rastreamento na cadeia de valor. “Independente dos impactos, o sistema é uma garantia para consumidor e representa um salto de qualidade para setor”, afirma.</p>
<p>Durante a apresentação das sete indústrias que participaram do projeto piloto da Etco, entretanto, os ruídos da plateia &#8211; recheada de representantes da indústria &#8211; deixavam claro a preocupação do ritmo da produção, do custo da etiqueta e das mudanças necessárias na arquitetura fabril ou contratação de recursos humanos. Vale ressaltar que, naquela época, o uso do papel moeda não era previsto.</p>
<p>O novo sistema, entretanto, não traz apenas as melhorias da fiscalização. Para muitos especialistas, o Rastreamento representa uma oportunidade única de gestão da linha de produção e, detalhe, de um controle bastante vinculado aos conceitos de Business Intelligence para a tomada de decisão mais estratégica e competitiva.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.farmaciasredelider.com.br/noticias/os-impactos-do-rastreamento-eletronico/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pesquisa mostra que salto com mais de 3,5 cm pode causar varizes</title>
		<link>http://www.farmaciasredelider.com.br/noticias/pesquisa-mostra-que-salto-com-mais-de-35-cm-pode-causar-varizes/</link>
		<comments>http://www.farmaciasredelider.com.br/noticias/pesquisa-mostra-que-salto-com-mais-de-35-cm-pode-causar-varizes/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 23:31:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.farmaciasredelider.com.br/?p=351</guid>
		<description><![CDATA[A vendedora Cinthia Ruiz Albano, 21, trabalha oito horas por dia em cima de um salto agulha de, no mínimo, 10 cm de altura. Ela conta que só se senta no horário de almoço e, quando chega em casa, sente dores e fica com os pés e as pernas inchadas. &#8220;É uma exigência da empresa. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A vendedora Cinthia Ruiz Alb<a href="http://www.farmaciasredelider.com.br/wp-content/uploads/2010/08/10225188.jpeg"><img class="size-full wp-image-352 alignleft" title="10225188" src="http://www.farmaciasredelider.com.br/wp-content/uploads/2010/08/10225188.jpeg" alt="" width="300" height="220" /></a>ano, 21, trabalha oito horas por dia em cima de um salto agulha de, no mínimo, 10 cm de altura. Ela conta que só se senta no horário de almoço e, quando chega em casa, sente dores e fica com os pés e as pernas inchadas.</p>
<p>&#8220;É uma exigência da empresa. Estou aqui há seis meses e ainda não me acostumei com as dores.&#8221;</p>
<p>Cinthia e grande parte das mulheres que usam salto alto estão sujeitas a problemas circulatórios. Foi o que comprovou uma pesquisa da USP em Ribeirão Preto.</p>
<p>O mestrado do cirurgião vascular Wagner Tedeschi Filho mostrou que o uso de saltos com mais de 3,5 cm pode causar vasinhos aparentes, varizes, inflamações nas veias e até trombose.</p>
<p>Participaram da pesquisa 30 mulheres. Elas foram avaliadas por meio de um exame de pletismografia a ar, que registra a quantidade de sangue venoso nas panturrilhas durante os movimentos.</p>
<p>A análise foi feita com todas as mulheres calçando salto de 3,5 cm, salto agulha de 7 cm, salto plataforma de 7 cm e descalças.</p>
<p>&#8220;Quando elas usaram salto, o volume de sangue venoso na panturrilha foi maior que o normal, o que pode comprometer a circulação.&#8221;</p>
<h3>HIPERTENSÃO</h3>
<p>Segundo Tedeschi, a panturrilha é uma espécie de &#8220;coração&#8221; da perna, que leva todo o sangue já utilizado pelo corpo de volta ao tórax.</p>
<p>&#8220;Se a panturrilha não contrai corretamente, acaba bombeando mal o sangue. Com isso, sobra mais resíduo venoso, o que pode provocar hipertensão venosa nos membros e causar varizes e outras doenças.&#8221;</p>
<p>A média do volume residual venoso normal é de 35%. Com os saltos plataforma e agulha de 7 cm, o volume chegou a 59% e 56%, respectivamente. O salto de 3,5 cm deixou 49% de volume residual. Com os pés descalços, o volume ficou em 35%.</p>
<p>O correto, segundo Tedeschi, é usar calçados que reforcem a estabilidade dos pés, fazendo com que eles fiquem o máximo possível em contato com o chão.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/782427-pesquisa-mostra-que-salto-com-mais-de-35-cm-pode-causar-varizes.shtml" target="_blank">Folha.com</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.farmaciasredelider.com.br/noticias/pesquisa-mostra-que-salto-com-mais-de-35-cm-pode-causar-varizes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vacinação é defendida até por médicos de correntes não convencionais</title>
		<link>http://www.farmaciasredelider.com.br/noticias/vacinacao-e-defendida-ate-por-medicos-de-correntes-nao-convencionais/</link>
		<comments>http://www.farmaciasredelider.com.br/noticias/vacinacao-e-defendida-ate-por-medicos-de-correntes-nao-convencionais/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 23:25:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.farmaciasredelider.com.br/?p=347</guid>
		<description><![CDATA[Até pouco tempo, não era incomum ouvir de um homeopata ou de algum outro médico de corrente não convencional que vacinar os filhos era arriscado. Reações indesejadas às vacinas podem ocorrer, mas elas são extremamente raras. Radicais que perpetuam temores contra campanhas de imunização sempre vão existir, porém, para alívio das autoridades de saúde, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Até pouco tempo, não <a href="http://www.farmaciasredelider.com.br/wp-content/uploads/2010/08/midia-indoor-wap-ciencia-e-saude-vacina-paralisia-infantil-1276380638185_200x285.jpg"><img class="size-full wp-image-348 alignleft" title="midia-indoor-wap-ciencia-e-saude-vacina-paralisia-infantil-1276380638185_200x285" src="http://www.farmaciasredelider.com.br/wp-content/uploads/2010/08/midia-indoor-wap-ciencia-e-saude-vacina-paralisia-infantil-1276380638185_200x285.jpg" alt="" width="200" height="285" /></a>era incomum ouvir de um homeopata ou de algum outro médico de corrente não convencional que vacinar os filhos era arriscado. Reações indesejadas às vacinas podem ocorrer, mas elas são extremamente raras. Radicais que perpetuam temores contra campanhas de imunização sempre vão existir, porém, para alívio das autoridades de saúde, a adesão dos brasileiros tem sido satisfatória nos últimos anos.</p>
<p>Mais seguras, eficientes e eficazes do que há algumas décadas, as vacinas, atualmente, são indicadas até nos consultórios de médicos antroposóficos, embora com ressalvas. “Nossa recomendação é dar preferência às doses individuais onde não há conservantes ou há menor concentração de substâncias que potencializam o efeito da vacina”, diz Rita de Cássia Rossini Rahme, presidente da Associação Brasileira de Medicina Antroposófica.</p>
<p>Helena Keico Sato, diretora técnica da divisão de imunização da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, confirma que doses individuais não contam com nenhum conservante. Ela também esclarece que essas vacinas são utilizadas em frascos multidoses para evitar contaminação. Entretanto, ela garante que as vacinas conjugadas não representam qualquer perigo:  “A quantidade utilizada não oferece risco algum; somente grandes volumes desses conservantes poderiam ser tóxicos para seres humanos”.</p>
<p>Sato aproveita para ressaltar que os chamados adjuvantes, substâncias utilizadas para potencializar a resposta imunitária das vacinas, também são seguros. “Na ocasião da vacinação contra a gripe H1N1, até as grávidas foram imunizadas com vacinas que continham esses componentes, sem que se observasse nenhuma reação entre elas”, conta.</p>
<h3>Homeopatia</h3>
<p>O médico Samuel Abramavicus, pediatra, homeopata e acupunturista do Centro de Dor do Hospital Nove de Julho e do Hospital das Clínicas, em São Paulo, afirma que quando se especializou, há 35 anos, havia profissionais mais ortodoxos que entendiam que as vacinas eram capazes de interferir no sistema imunológico.</p>
<p>Abramavicus conta que esses médicos acreditavam que, uma vez utilizado o remédio certo para cada paciente (pelo conceito da similaridade, base da homeopatia), ele estaria protegido das doenças infecciosas. “O fato é que podemos levar uma vida inteira até descobri-lo”, comenta. “Por isso, hoje, a maioria dos homeopatas aconselha a vacinação, pois sabem que precisariam ter o suporte de vários trabalhos científicos para sustentar tese contrária.”</p>
<p>“Mesmo sendo homeopata, sou a favor da vacinação”, declara o pediatra Sérgio Furuta, diretor da Associação Paulista de Homeopatia e pesquisador da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Furuta afirma ser impossível quantificar os pediatras homeopatas que, sem respaldo científico, estão convencidos de que as vacinas causam problemas e interferem no tratamento homeopático.</p>
<p>“A homeopatia é uma especialidade que só pode ser exercida por médicos. E um médico não deve contra indicar a vacinação, medida apoiada pelo Ministério da Saúde e por todos os órgãos representativos de classe”, pondera o especialista. “Em 36 anos de clínica, nunca tive um paciente que deixou de ser vacinado. Pelo contrário, recebi pais que resolveram trocar de médico porque o anterior era contra a vacinação”, testemunha.</p>
<h3>Casos raros</h3>
<p>Sato enfatiza que é preciso que a população saiba que as vacinas são produzidas atendendo a critérios de alto grau de segurança. Para que isso seja possível, explica a especialista, “antes de chegarem aos postos de saúde e clínicas de vacinação, elas são amplamente testadas em humanos, até que obtenham licença para uso”. E, depois disso, elas todas as eventuais ocorrências são monitoradas.</p>
<p>“Porém, como qualquer outro medicamento, as vacinas podem causar efeitos colaterais ou adversos”, esclarece o pediatra Gabriel Oselka, professor assistente do departamento de pediatria e ética médica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).</p>
<p>“Ninguém pode afirmar que jamais haverá uma reação a uma vacina; cada pessoa é única e pode reagir diferentemente a uma medicação&#8221;, explica. &#8220;No caso da vacina oral contra a poliomielite, numa frequência de 1 para 1 milhão, a criança pode até desenvolver a doença para a qual foi imunizada&#8221;, informa.</p>
<p>De acordo com Oselka, as causas desse fenômeno são desconhecidas. E não há como prever esses efeitos indesejáveis, a não ser que existam informações ou sinais prévios de deficiências no sistema imunológico. “Esses casos são raríssimos no Brasil e, especialmente em relação à poliomielite, contamos de um a dois casos por ano&#8221;, relata. Nesses organismos, o sistema imunitário, ao invés de criar anticorpos, desenvolve a doença.</p>
<p>Ele também faz outra ponderação: se uma criança morre enquanto cumpria o calendário de vacinas, a causa da morte pode ser interpretada de forma equivocada, gerando temor. Mas ninguém se recorda de que a maioria das doenças infantis se manifesta geralmente nos primeiros anos de vida. “A tendência é acreditar que a vacina possa estar relacionada à morte”, diz Renato de Ávila Kfouri, pediatra e diretor da Sociedade Brasileira de Imunologia (SBIm). “Na maioria das vezes, essa relação será sempre temporal, pois é muito difícil provar que houve uma relação causal entre vacinação e doença posterior”, diz.</p>
<h3>Segurança</h3>
<p>O receio das vacinas não tem relação apenas às crianças, que teriam uma saúde mais frágil. Muitos adultos também têm medo. Sato relata que na ocasião da campanha da vacina contra a gripe  para os idosos, a adesãp só aumentou após intensa divulgação de que a vacina era importante para redução de complicações como pneumonia, internação hospitalar, bem como extensas explicações sobre as diferenças entre gripes e resfriados, e sobre a possibilidade de ter febre e dor de cabeça 48 horas após a vacinação, sintomas que acometem 10% das pessoas.</p>
<p>Todos os médicos ouvidos pelo UOL Ciência e Saúde concordam que o índice de notificações relacionadas a vacinas é baixíssimo, tanto nos documentos oficiais como na prática médica. Isso significa que o controle ou eliminação das doenças passíveis de prevenção superam os possíveis riscos de ocorrência dos efeitos temidos.</p>
<p>Rino Rappouli, biólogo que desenvolveu um novo método de se fazer vacinas, concorda. “É definitivo o fato de que não vacinar as crianças comporta riscos maiores do que vaciná-las. O que se espera é que os jovens pais, e adultos em geral, tomem consciência dos benefícios oferecidos pela vacinação.</p>
<p>&#8220;Depois da água potável, as vacinas foram as que tiveram a maior repercussão em termos de prevenção de doenças e diminuição da mortalidade”, diz o pediatra Juarez Cunha, do Hospital das Clínicas de Porto Alegre. Oselka também atesta: “A vacinação é a intervenção pública que mais salvou vidas no mundo”.</p>
<p>Fonte: <a href="http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/2010/08/13/vacinas-sao-defendidas-ate-por-medicos-de-correntes-alternativas.jhtm" target="_blank">UOL &#8211; Ciência e Saúde</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.farmaciasredelider.com.br/noticias/vacinacao-e-defendida-ate-por-medicos-de-correntes-nao-convencionais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

